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Indústria 4.0: tudo que você precisa saber!

Um assunto muito comentado entre os maiores nomes da gestão e automação é, certamente, a Indústria 4.0 — ou 4ª Revolução Industrial, como também é conhecida.

Para que o tema seja mais bem contextualizado, é preciso lembrar que a Primeira Revolução Industrial aconteceu há mais de 200 anos e tornou-se um marco na história da humanidade.

Mais recentemente, a eletrônica e os sistemas automatizados foram os grandes responsáveis pela transformação verificada.

Em nossos trabalhos e nossas casas, convivemos diariamente com aparelhos, dos mais simples aos mais complexos, que nos auxiliam em praticamente todas as ações.

Mas o que é a 4ª Revolução Industrial? Qual foi a invenção que superou a eletrônica e os sistemas automatizados? Você vai conhecer tudo sobre ela a seguir. Continue a leitura!

Como foi possível chegar à 4ª Revolução Industrial?

Na Primeira Revolução Industrial, as máquinas a vapor foram criadas e, por meio delas, muitos processos de produção puderam ser automatizados. Isso conferiu velocidade e qualidade às produções, fazendo com que o mundo percebesse um aumento exponencial na prosperidade e no desenvolvimento tecnológico.

Alguns anos após a descoberta da eletricidade, em 1913, o empreendedor e escritor estadunidense Henry Ford — fundador da fábrica de automóveis Ford Motor Company — criou um revolucionário modelo: a linha de montagem, que possibilitou a produção de veículos em série.

É nesse momento que a 2ª Revolução Industrial surge. Novamente, as máquinas e a gestão eficiente foram capazes de acelerar ainda mais o desenvolvimento de novas tecnologias no planeta.

Mais adiante, logo após as grandes guerras mundiais, surgiu a 3ª Revolução Industrial. Daí em diante, aconteceu uma reação em cadeia que permitiu, mais uma vez, que a humanidade desse um salto gigantesco — novas invenções surgiram nos quatro cantos do mundo. Nesse cenário, emerge a Indústria 4.0.

O que é a Indústria 4.0?

A Indústria 4.0 é um conceito recente e seu estudo foi concretizado há apenas alguns anos. Ele surgiu em 2011, na Feira de Hannover (Alemanha), por meio de um projeto ministrado por Siegfried Dais e Henning Kagermann.

No ano de 2013, na mesma feira, foi publicado um relatório com diversas recomendações para o Governo Federal da Alemanha. Nele, era detalhado o funcionamento exato da Indústria 4.0 e como poderiam utilizá-lo em seu benefício.

Basicamente, trata-se da união de máquinas, sistemas inteligentes e diversas tecnologias que possibilitam a criação de redes capazes de controlar módulos específicos de forma autônoma. Em suma, estamos falando de fábricas inteligentes, com a capacidade de:

  • operarem sozinhas;
  • agendarem e realizarem manutenções;
  • preverem falhas de processos;
  • realizarem tomadas de decisão;
  • adaptarem-se a imprevistos dentro de uma cadeia produtiva.

Isso possibilita uma redução no uso de mão de obra, menor risco de falhas humanas e maior exatidão nos resultados, principalmente em operações de grande complexidade.

Quais são seus princípios?

O relatório original de recomendações definiu que alguns princípios devem ser seguidos para que um negócio opere nos padrões da Indústria 4.0. Veja, a seguir, quais são eles.

Capacidade de operação em tempo real

Indústria 4.0 Operação em tempo real
A Indústria 4.0 permite o acompanhamento da operação em tempo real

Todo processo gera informações valiosas, seja em uma linha de produção ou na gestão de uma empresa. Normalmente, esses dados são — ou pelo menos deveriam ser — armazenados e utilizados em um momento oportuno.

Na Indústria 4.0, tais informações são tratadas em tempo real. Todos os indicadores são processados e as decisões tomadas podem gerar mudanças em uma cadeia produtiva sempre que necessário, desde que isso otimize o resultado do processo (ou dos processos).

Tomar decisões em tempo real ainda é algo que ultrapassa a capacidade humana. Mas, para um sistema inteligente e autossuficiente, é perfeitamente possível.

Virtualização

Fábricas inteligentes precisam operar de maneira segura, sendo que falhas não são opções viáveis. Afinal, um alto investimento é necessário para que tudo funcione perfeitamente.

Após uma tomada de decisão e antes que a nova rotina entre efetivamente em operação, deve haver uma simulação, em um ambiente seguro, de todas as possibilidades que tal mudança vai gerar na cadeia produtiva. Por esse motivo, uma fábrica virtualfará todos os testes possíveis e os resultados permitirão que a possível alteração entre em ação ou não.

Simulações em ambientes virtuais tornaram-se realidade há anos. Trata-se de algo comum em grandes empresas, operações militares e laboratórios de pesquisas.

Descentralização

Apesar de existir um sistema central, que comanda toda a cadeia produtiva da Indústria 4.0, diversos módulos descentralizados e autônomos são necessários para reduzir a carga do sistema ciberfísico principal.

Máquinas e outros dispositivos inteligentes não apenas receberão comandos do sistema central, mas pensarão por conta própria e fornecerão uma gama de informações valiosas, que são processadas e armazenadas in loco.

Orientação a serviços

Uma arquitetura orientada a serviços é primordial para que um projeto tão complexo funcione perfeitamente. Ela será responsável por fazer com que todos os componentes possam conversar entre eles sem erros.

Imagine um sistema gigantesco, com computadores e maquinário funcionando, processando informações e tomando decisões a todo o momento. A quantidade de equipamentos é tão grande que dificilmente uma única empresa será responsável por produzir e fornecer todos eles (tanto hardware quanto software), certo?

É nesse momento que a arquitetura orientada a serviços torna-se a opção ideal. A partir dos hardwares e softwares com rotinas específicas, desenvolvidas por especialistas, todos podem se comunicar com rapidez e eficiência.

Para facilitar essa compreensão, podemos entender que o conector que faz o trabalho de prover a arquitetura orientada a serviços é um tradutor ou um facilitador que trará harmonia entre equipamentos e sistemas. Isso fará com que todos operem de forma homogênea e sem erros.

Modularidade

A modularidade é uma propriedade importante, pois evita custos desnecessários e transforma a cadeia produtiva em algo totalmente mutável caso seja preciso. As máquinas entram em operação apenas quando há demanda.

Com a produção modular, etapas podem ser incluídas quando necessárias e desativadas se não existirem motivos para que estejam em operação. A economia, nesse caso, é evidente: não apenas a energia elétrica será poupada, mas desgastes desnecessários dos módulos serão evitados constantemente.

Quais são seus pilares?

Graças aos avanços da tecnologia, os princípios apresentados no tópico anterior podem ser considerados uma realidade. Por esse motivo, tal processo traz à tona os pilares abaixo que sustentam todo o conceito criado para definir a Indústria 4.0.

Internet das Coisas

A Internet das Coisas — do inglês Internet of Things (ou IoT) — é uma das grandes responsáveis por dar forma a toda a Indústria 4.0.

Seu conceito básico é utilizar a conexão com a web em conjunto com a tecnologia de equipamentos, veículos ou até edifícios, pois, dessa forma, eles se tornam acessíveis, configuráveis e controláveis de qualquer lugar.

De modo geral, a Indústria 4.0 é uma versão gigantesca e evoluída do conceito inicial de IoT. Foi por meio dessa tecnologia que tudo começou e se desenvolveu até chegar ao que temos hoje em dia.

Atualmente, a Internet das Coisas não é encontrada apenas no ambiente corporativo, mas também em produtos de uso diário de muitas pessoas, como geladeiras, aparelhos de televisão, sistemas de alarme e monitoramento. Todos eles são bons exemplos do uso de IoT, pois são acessíveis e configuráveis remotamente, com o auxílio da rede.

Big Data Analytics

O conceito de Big Data Analytics é simples, apesar de, na prática, ser extremamente complexo. Trata-se do armazenamento massivo de informações em diversos servidores interligados, que podem (e, no caso da Indústria 4.0, precisam) ser processados e analisados em tempo real.

Indústria 4.0 Big Data
A análise da Big Data permite transformar o grande volume de dados em informação

Com a avaliação desse grande volume de informações é que os sistemas vão tomar decisões, prever falhas e encontrar meios de tratá-las, resolvendo possíveis erros nos procedimentos cotidianos.

Para melhor contextualizar, um exemplo comum disso é o sistema de buscas do Google, que fica 24 horas por dia buscando e analisando resultados em toda a internet. Diariamente, novos resultados melhores para termos comumente buscados são encontrados, catalogados e organizados de acordo com a relevância que apresentam.

Todas essas informações ficam espalhadas em servidores do mundo todo, inclusive no Brasil. Apesar de fisicamente separados, eles são conectados por redes lógicas e, muitas vezes, se compreendem como um único sistema. É simples de se imaginar, mas parece bem difícil de fazer, não é? Contudo, não é algo impossível — principalmente com o auxílio da tecnologia.

Segurança

Devido à grande robustez necessária para que toda essa estrutura funcione, com informações preciosas e equipamentos caros conectados à internet, é preciso que exista uma enorme estrutura de segurança.

Afinal, a quantidade de pessoas interessadas em atrapalhar ou simplesmente testar seus conhecimentos em invasão de redes é enorme.

Uma quebra na segurança pode custar a perda ou o vazamento de informações confidenciais. Isso afeta diretamente a confiabilidade e a produtividade da empresa, podendo, também, causar grandes falhas nos processos de produção.

Existem diversas soluções de segurança (que não se limitam aos famosos antivírus). Firewalls físicos, servidores de backups, honeypots e outros métodos de proteção garantem uma maior certeza de que seus dados estejam seguros.

Investir em segurança é de suma importância em todos os cenários, seja em uma empresa ou uma residência. Qualquer senha vazada pode gerar muitos problemas para os envolvidos.

Outras tecnologias

Além dos três pilares principais citados neste artigo, é interessante destacar que outras tecnologias de apoio são importantes para otimizar processos. Uma delas é a identificação por radiofrequência, também conhecida como RFID — do inglês Radio-Frequency IDentification.

Com o uso de um pequeno chip rastreável e as informações gravadas em seu interior, torna-se possível identificar grandes lotes de produtos, por exemplo. Esse é um recurso muito empregado em portos, grandes centros de distribuição de mercadorias e, atualmente, até em supermercados.

Resumidamente, trata-se do substituto do código de barras. Seu antepassado revolucionou o mundo comercial com sua praticidade, mas ainda precisa ser focalizado por um leitor. Com o uso do RFID, basta apenas chegar perto do leitor para identificar o item, mesmo sendo armazenado dentro de uma caixa ou um pacote.

Computadores, servidores e demais componentes de redes precisam ser atualizados constantemente. Softwares de controle, automação industrial e automação comercial também devem ser adaptados às necessidades de seu negócio.

Investir em sistemas de automação na nuvem, como o Software como Serviço, e na terceirização de estruturas tecnológicas são opções interessantes. Nesses casos, as demandas de atualização de hardware e sistemas ficam por conta das contratadas.

Em uma empresa, a comodidade de apenas utilizar os recursos em pleno funcionamento traz segurança e tranquilidade para trabalhar nas tarefas cotidianas.

Quais os impactos da indústria 4.0?

A Indústria 4.0 chega para modificar toda a maneira como enxergamos os ambientes corporativos, sejam eles industriais, comerciais ou de serviços. Isso porque o conceito pode ser aplicado em qualquer segmentação.

Estimativas

No Brasil, essa já é uma realidade — e grandes empresas, como Ford, Volkswagen, Mercedes-Benz e Vale do Rio Doce, têm unidades operando com o conceito da Indústria 4.0. A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), ligada ao Ministério da Indústria e Comércio (Mdic), estima que, nos próximos 10 anos, ao menos 15% das companhias do país já terão se adaptado ao novo conceito.

A empresa de autopeças ThyssenKrupp, em Poços de Caldas, trabalha com apenas 72 colaboradores e produz uma média de 700 mil módulos ao ano, com baixíssimo índice de perdas. Se os processos não fossem automatizados nos padrões da Indústria 4.0, esses números só seriam possíveis com cerca de 200 colaboradores.

Impactos

Os impactos não são observados unicamente na economia direta das empresas que adotam o modelo de negócio, mas na evolução da tecnologia da informação em todo o mundo. Todos os dias, mais e mais demandas são geradas, ao passo que novos meios de resolvê-las são desenvolvidos.

Modelos de negócio precisam ser criados o tempo todo. Não é necessário ser um especialista ou estudioso para perceber que, nos últimos anos, a ciência e a tecnologia deram um salto gigantesco em comparação com décadas passadas.

Os preços finais dos produtos são diretamente impactados pela adoção de melhores processos de produção. Com um menor índice de desperdício de matéria-prima, uma maior produção e mais qualidade, há, consequentemente, a redução de custos — e o resultado é passado para os distribuidores e consumidores finais.

Obviamente, é necessário um grande investimento para se adaptar a esse padrão, contudo, com a economia gerada, o retorno dos gastos é observado em um menor período de tempo.

Como se preparar para a Indústria 4.0?

Preparar-se e adaptar-se aos moldes da Indústria 4.0 não é uma tarefa fácil, principalmente quando se trata de pequenas empresas. Mas isso não quer dizer que tal tarefa seja impossível de se realizar.

O primeiro passo é o planejamento. Criar metas e definir quais os investimentos que são necessários, além de como e quando devem acontecer, são ações primordiais. Antes disso, porém, é preciso conhecer o cenário em que sua empresa está inserida e considerar se realmente é válido investir tempo e recursos nesse modelo de negócio.

Uma orientação que deve ser observada é que muitos processos, especialmente os gerenciais, podem (e devem!) ser automatizados. Adotar sistemas de gestão realmente práticos e simples de serem operados é uma necessidade.

Apesar de o fator humano ainda estar diretamente envolvido na cadeia produtiva, quanto menor sua necessidade de interação, mais falhas serão evitadas. Como consequência, maior será a possibilidade de reduzir custos e lucrar com os resultados.

Receber a orientação de especialistas no assunto é de suma importância. Isso porque a experiência de um profissional pode ser decisiva na tomada de decisões e na escolha de qual rumo seus negócios vão tomar com a adoção de novos modelos de gestão e produção, independentemente da segmentação específica em que sua empresa trabalha.

Quais oportunidades esse modelo gera?

Como vimos, diversas oportunidades vão aparecer e novos modelos de negócios serão necessários para atender a todas as demandas da Indústria 4.0. É preciso estar preparado para isso: investir em novas tecnologias ou segmentações antes de seus concorrentes diretos será um diferencial.

Ficou claro que a mão de obra que executa os trabalhos operacionais será a principal impactada. Dessa forma, o número de vagas no mercado de trabalho será menor do que é hoje e do que era há alguns anos.

Em contrapartida, as oportunidades gerenciais, científicas e tecnológicas, principalmente no setor de Tecnologia da Informação, se multiplicarão e serão cada vez mais procuradas.

Atentar a esse detalhe pode ajudar não apenas os empresários, mas alertar os jovens que ainda não se inseriram no mercado de trabalho.

Buscar áreas ligadas a tal segmento quando chegar o momento de escolher uma profissão ou especialização é, portanto, uma boa estratégia.

Ainda que a adaptação das empresas brasileiras a esse modelo seja lenta se comparada a outros países, ela está acontecendo. Devido ao alto índice de aceitação do mercado, muitos grupos empresariais estão demonstrando interesse.

Casos de sucesso no mundo todo estimulam cada vez mais os investidores. Portanto, por mais que os indicadores ainda sejam humildes no país, de uma hora para outra, um grande surto de ocorrências pode — e precisa — acontecer.

Qual o perfil dos profissionais da Indústria 4.0?

Na Indústria 4.0, tudo é novo (principalmente para nós, brasileiros). Quando tal rotina se tornar realidade no país, é primordial que todos estejam prontos para enfrentar os novos desafios que o mercado vai apresentar.

A indústria do futuro requer profissionais preparados. Para que isso seja possível, os requisitos abaixo devem ser preenchidos.

QI digital

Trata-se da capacidade que profissionais e equipes precisam ter para, de fato, viverem a era da transformação digital dos modelos de trabalho. Isso inclui toda a cadeia hierárquica de um processo produtivo.

Todos precisam estar sintonizados e entender os benefícios das inovações tecnológicas, que são a base para o melhoramento de toda uma empresa. É preciso, ainda, entender que a transformação digital não é um processo acabado: ela é mutável e evolui a todo o momento.

Estudar, atualizar-se, especializar-se, pensar fora da caixa e trabalhar em equipe são diferenciais que impactam diretamente no aproveitamento das oportunidades disponíveis no mercado.

Gestão inovadora

Para sobreviver em um ambiente no qual a inovação é um dos pilares da evolução constante, é preciso ter a mesma visão e acompanhar essa enxurrada de novidades.

Um gestor inovador não é aquele que segue o efeito manada, correndo na direção para a qual os demais estão se dirigindo. Trata-se daquele que consegue enxergar potencial em novas tecnologias ou oportunidades.

Criar estratégias, planejá-las e executá-las no momento ideal são as qualidades esperadas de um gestor inovador. Os afobados, aventureiros e despreparados tendem a caminhar rumo ao fracasso — e esses perfis não são ideais em nenhum tipo de negócio.

Multidisciplinaridade

Você não precisa ser um especialista em diversas áreas, mas deve ter a capacidade de entender sobre vários assuntos com facilidade, principalmente se estiver no topo da hierarquia de um grupo de colaboradores.

Ideias, problemas ou soluções aparecerão todos os dias e, portanto, saber tratar cada um deles faz parte de seu papel como gestor. Ler bastante, informar-se, estudar, debater, reconhecer suas dificuldades e pedir ajuda: tudo é válido para adquirir mais conhecimento e se tornar um profissional com capacidades multidisciplinares.

Criatividade

Mentes criativas são grandes diferenciais na era da evolução digital. Apesar de a criatividade ser considerada um dom por alguns, ela pode ser estimulada, treinada e desenvolvida plenamente em qualquer pessoa disposta a aprender.

Profissionais com essa característica aguçada são essenciais em todos os modelos de negócios. Graças à facilidade de desenvolver soluções e à ótica diferenciada perante diversas situações, qualidades apresentadas por eles, muitos casos de sucesso são verificados em todo o globo.

Portanto, estimule sua criatividade, abuse dela e faça exercícios diários para que haja um maior desenvolvimento de suas capacidades.

A Indústria 4.0 exige inovação

Neste artigo, vimos a realidade em que nos encontramos no mercado atualmente. No decorrer do tempo, isso tende a mudar, sendo que outras capacidades serão exigidas dos profissionais. Novos conceitos são desenvolvidos a cada dia, ao passo que é preciso se atualizar constantemente para acompanhar toda essa evolução.

Mesmo que não esteja pronto para adotar os padrões da Indústria 4.0, seja por falta de conhecimento, orientação ou recursos financeiros — ou até por não existir a necessidade em seu cenário atual —, é importante saber que se trata de uma realidade em todo o mundo, inclusive no Brasil. Sua empresa está preparada para enfrentar esse desafio?

Após entender mais sobre a 4ª Revolução Industrial, chegou a hora de divulgar todo esse conhecimento com sua equipe e seus parceiros comerciais. Compartilhe nosso conteúdo nas redes sociais e ajude outras pessoas que precisam se atualizar sobre o assunto!

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