Blog da Ploomes

Todo Product Manager deve avaliar esses riscos antes de criar um produto / funcionalidade

Introdução

O que é um Product Manager

Product Manager (Gerente de Produto) é a pessoa que define o quê, quando e porquê um produto/funcionalidade deve ser criado. Em startups pequenas, esse papel geralmente é desempenhado pelo CEO ou líder de tecnologia e, em empresas grandes, cada subconjunto dos produtos oferecidos podem ter um Product Manager coordenando os trabalhos.
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5 Aspectos que diferenciam multinacionais de Startups

Recentemente tive a oportunidade profissional de mudar do ambiente de uma Multinacional para uma Startup. Como você pode imaginar, são experiências muito distintas.... Leia mais

CategoriaSaas

Product manager

Todo Product Manager deve avaliar esses riscos antes de criar um produto / funcionalidade

Introdução

O que é um Product Manager

Product Manager (Gerente de Produto) é a pessoa que define o quê, quando e porquê um produto/funcionalidade deve ser criado. Em startups pequenas, esse papel geralmente é desempenhado pelo CEO ou líder de tecnologia e, em empresas grandes, cada subconjunto dos produtos oferecidos podem ter um Product Manager coordenando os trabalhos.
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10 termos técnicos que você deve conhecer antes de negociar uma integração entre sistemas

10 termos técnicos que você deve conhecer antes de negociar valores de um projeto de integração entre sistemas

Uma das grandes preocupações de gestores de diversas áreas ao contratar um sistema é conseguir conectar o fluxo de informações de maneira precisa entre outros sistemas já existentes no contexto da empresa. A grande maioria das empresas de SaaS (Software as a Service) possui uma série de integrações nativas no estilo plug and play desenvolvidas por uma das partes para facilitar a vida do usuário e agregar valor ao serviço oferecido. Porém o que acontece quando o seu sistema não está nas nuvens ou não existe uma integração nativa entre os dois sistemas?... Leia mais

Customer Support

4 diferenciais que uma área de Suporte bem estruturada traz a uma empresa de SaaS

Em empresas de SaaS, onde a utilização do software pode exigir certa prática por sua complexidade, é comum que os clientes precisem de orientações durante a suas jornadas de compra. E, considerando que a atuação desse segmento é predominantemente online, quando isso acontece, os consumidores recorrem aos canais de serviço ao cliente (Customer Support) disponíveis também online para tirar suas primeiras dúvidas sobre o produto. Este seria, portanto, o primeiro contato do potencial usuário com o lado “humano” do SaaS. ... Leia mais

conversion-rate-optimization

Como aumentar a taxa de conversão de negócios analisando os motivos de perda

Visibilidade é o ponto de partida

MQLs foco de marketing e vendas

Grande parte das empresas costuma analisar a saúde do seu departamento comercial exclusivamente a partir dos resultados de vendas. Soa moderno contratar pessoas e dar total flexibilidade, apenas acompanhando a entrega final, mas dessa forma você não conseguirá criar um processo replicável e, pior ainda, poderá perceber problemas graves de forma tardia.... Leia mais

Ferramentas essenciais para uma gestão eficiente

6 ferramentas essenciais para uma gestão eficiente de sua empresa

Desde a popularização do computador pessoal na década de 80, a inovação tecnológica revolucionou quase todas as formas de trabalho. Se tudo isso começou com a necessidade de automatizar tarefas repetitivas, calcular de forma mais rápida e guardar informações digitalmente, hoje a tecnologia possui um papel muito maior e abrangente.... Leia mais

CRMs simples demais ou complexos demais? Conheça o caminho do equilíbrio

Se sua empresa já utiliza ferramentas de CRM há algum tempo, são grandes as chances dela se encaixar em um dos dois cenários abaixo:
  1. O CRM faz tudo o que a sua empresa precisa, mas não tem adesão dos usuários e o custo é extremamente alto;
  2. Seus usuários usam e gostam do CRM, o investimento é baixo, mas as limitações de funcionalidade forçam você a sempre buscar soluções em outros lugares.
A dominação dos extremos está relacionada a uma história de evolução e revolução no mundo do CRM. Entretanto, o amadurecimento do mercado possibilitou o surgimento do caminho do equilíbrio. Por que o mercado foi dominado por extremos? O mercado de CRM surgiu na década de 90 e foi dominado, desde então, por gigantes como Salesforce, Oracle, SAP e Microsoft. Com o objetivo de atuar em um mercado de maior poder financeiro, o foco dessas empresas girou em torno do desenvolvimento de funcionalidades e flexibilização das ferramentas para que pudessem atender necessidades mais específicas de seus clientes de grande porte. Este processo resultou em ferramentas extremamente complexas e engessadas, que quase sempre demandavam a presença de consultorias especializadas em projetos de implantação. Para empresas de pequeno e médio porte, isso significava que elas haviam sido deixadas de lado. A partir de 2009, entretanto, o cenário começou a mudar. De olho neste mercado carente, diversas startups, como Pipedrive e Insightly, começaram a surgir. Suas estratégias de crescimento se basearam em um posicionamento oposto ao que existia no mercado até então:
  • Em vez de sistemas complexos, sistemas extremamente simples;
  • Em vez de implantações longas e caras, implantações de um dia realizadas pelo próprio usuário;
  • Em vez usabilidade engessada, intuitividade desde o primeiro instante.
A estratégia funcionou de forma espetacular e fez os gigantes tradicionais repensarem suas estratégias, mas também foi responsável pela polarização do mercado em dois tipos de CRM: Enterprise (caro, complexo e poderoso) e Self-service (barato, simples e limitado).  O caminho do equilíbrio Após diversos anos vivendo nesta dicotomia, o amadurecimento das empresas em termos de CRM fez com que os usuários de ferramentas Enterprise passassem a enxergar o valor da intuitividade, já que, sem ela, a plataforma tendia ao completo abandono. No outro extremo, aqueles até então supridos por soluções Self-service começaram a sentir a necessidade de um sistema mais completo e robusto. Este aparente paradoxo foi o responsável por abrir caminho para um novo tipo de CRM no mercado, ao qual chamamos de CRM Transacional. O grande objetivo deste novo formato é preservar funcionalidade sem causar danos à usabilidade. Para que você entenda o que muda entre cada tipo de CRM, preparamos uma pequena tabela comparando cada formato dentro de 4 quesitos: usabilidade, funcionalidade, implantação e investimento.  
Self-service Transacional Enterprise
Usabilidade Compreensível em um dia sem material externo. Compreensível em um dia sem material externo. Exige treinamento e dias de uso até o entendimento completo.
Funcionalidades Pouco configurável e focado em gestão comercial simples Bastante configurável, traz tanto gestão comercial quanto controle operacional de vendas Totalmente configurável e, em casos avançados, pode ser programado por desenvolvedores para novas possibilidades
Implantação Totalmente por conta do usuário. Disponibiliza materiais online. Mix de implantação remota com materiais online. Consultoria especializada in loco.
Custo Entre 20 e 50 reais por usuário por mês. Sem custos de implantação. Entre 50 e 100 reais por usuário por mês. Implantações gratuitas ou que chegam a R$2.000,00 A partir de R$ 100,00 por usuário por mês, com implantações que podem variar entre R$10.000,00 a alguns milhões, dependendo do porte da empresa
Em resumo, o CRM Transacional surgiu para sanar o gap que existia entre os CRMs Enterprise e Self-service. Ele é mais indicado para empresas com equipes comerciais a partir de 4 pessoas, e começa a enfrentar dificuldades em equipes de 200 usuários ou mais. Se você deseja conhecer outras ferramentas neste formato, verifique empresas como Nectar CRM, Base CRM e o próprio Ploomes. ... Leia mais

Vai contratar um CRM? Confira um passo importante no processo: a Implantação

A escolha de um CRM é um momento importante e decisivo para qualquer equipe, uma vez que envolve uma série de fatores. Nesse momento, lida-se com a substituição de um sistema antigo que geralmente já não atende às necessidades, mas é velho conhecido de todos da empresa. Algo semelhante ocorre com o caso das planilhas que, embora não sejam a ferramenta mais apropriada para o controle comercial, tornam-se atrativas ao passo que sua aplicação no dia a dia está internalizada e não há necessidade de um processo de aprendizado para seu uso. É natural, então, que essa fase cause certo receio em toda a equipe, que geralmente está focada nas tarefas do dia a dia para bater as metas no final do mês e muitas vezes não consegue enxergar a importância da substituição da tecnologia utilizada. A implantação de um novo sistema é momento determinante para o sucesso de todo o trabalho futuro com a nova solução, e por isso precisa acontecer de forma estruturada. Se você está pensando em contratar um sistema de CRM, confira algumas dicas da equipe de Pós Venda da Ploomes para saber o que fazer depois de encontrar a plataforma ideal para seu negócio. A Implantação Assim que acontece a escolha do CRM a ser utilizado, tem-se início um passo muito importante em direção ao sucesso de uso: a implantação. É o momento em que um especialista no sistema escolhido fará uma análise específica do seu modelo de negócio e ramo de atuação, e poderá, através de sua experiência indicar as melhores práticas para que atendam as necessidades do cliente e permitam a conclusão do processo de implantação dentro do menor período de tempo possível, e com a maior economia de recursos humanos e materiais. É um momento intenso que exige dedicação e esforço de todos da equipe, mas que traz resultados no curto, médio e longo prazo, como a familiarização da equipe com as funcionalidades, a motivação para a continuidade do uso e então a possibilidade de usar informações em análises estratégicas. A figura do Implantador Para que esse processo aconteça da melhor forma, além da figura do especialista no sistema, é de suma importância que seja feita a escolha de um implantador dentro da equipe. Essa pessoa será responsável por fazer a ponte entre o fornecedor do sistema e sua própria equipe, apresentando demandas, particularidades do dia a dia de funcionamento de sua empresa e dentro disso, alinhando expectativas de resultados. Além disso essa pessoa terá o papel de envolver os demais colegas no processo, por isso precisa estar motivado e com vontade de aprender. Recomenda-se então que seja um papel ocupado pela gestão da empresa e/ou da equipe de vendas, pois espera-se que a pessoa tenha conhecimento do processo, da equipe e de quais são os objetivos da área. É importante citar também que a figura do implantador também é responsável por compilar o conhecimento gerado durante o processo, a fim de disseminá-lo da melhor forma dentro de sua empresa, garantindo a continuidade de uso do sistema para os próximos membros da equipe. A definição de papéis Nesse sentido uma grande responsabilidade do implantador é a definição de papéis para cada usuário do sistema. Isso significa que ele deve analisar a equipe com base nas atividades diárias de cada um, e definir, dentro disso, como cada um utilizará o sistema, quais são as responsabilidades de cada membro da equipe, em qual momento e de que forma isso deverá aparecer na ferramenta. É uma postura importante para o alinhamento do grupo, o que facilita a familiarização com o sistema a continuidade da utilização e da gestão, pois cria padrões de uso que poderão ser analisados para obter informações estratégicas, também permite o direcionamento da equipe, deixando claro quais são as atividades realizadas dentro de um programa, e permitindo que seja dado um feedback a respeito do que ficou faltando. Planejamento Com isso em mente tem-se início o processo de Implantação em si, que geralmente se divide em momentos de diagnóstico e mapeamento de processos, customização e treinamento. Na Ploomes a etapa inicial da Implantação é chamada de Planejamento, e é composta por uma conversa entre o especialista e o implantador na qual são alinhadas as expectativas da empresa com a utilização do sistema e particularidades do dia a dia da equipe de vendas que trabalhará com a ferramenta: o que a empresa faz, como acontece a entrada de clientes, como funciona o processo comercial, quantos usuários terão acessos, como o trabalho é feito hoje, necessidades de automações e inclusão de dados, e por fim, qual o gatilho chave para que o usuário identifique que a implantação do sistema deu certo em sua empresa. É nessa fase também que será traçado um planejamento de duração do processo de implantação, tendo em vista as necessidades específicas e complexidade de cada negócio. Configuração Com base nos insights gerados na fase de Planejamento parte-se para a etapa de Configuração, na qual a conta será parametrizada de acordo com as necessidades mencionadas. É uma etapa importante principalmente na implantação de sistemas que permitem um nível elevado de configuração, pois é o momento de adequar a ferramenta às necessidades da empresa de forma estrutural, ou seja, essa fase contribuirá para deixar o trabalho diário o mais natural possível. Ao identificar-se com os parâmetros encontrados no sistema, a definição de papéis dos membros da equipe fará sentido e adoção de uso será facilitada, uma vez que a ferramenta estará pronta para receber as atividades do dia a dia. Usabilidade Depois de feita a configuração da conta, é o momento de simular o processo da equipe de forma prática dentro da ferramenta. Nesse momento ocorrerá de fato a definição do que cada usuário será responsável por fazer no sistema, em que momento ele deve atuar, e quais serão os resultados buscados através das atividades pelos gestores. Nesse momento o implantador estará munido de conhecimentos e materiais, e deve usá-los para montar um treinamento prático para sua equipe, de acordo com o formato preferido pelos usuários. É nesse ponto também que serão testados na prática todos os parâmetros definidos e as formas de utilização, a fim de aproveitar o momento de início de input das informações na conta para fazer quaisquer ajustes que sejam necessários. Adoção Passadas todas as fases da Implantação, o cliente está apto a migrar para o processo de Adoção, no qual será acompanhado por um especialista ao longo do tempo, que o ajudará a validar se os objetivos definidos durante o processo anterior estão sendo atingidos, e de que forma ele poderá ter um rendimento cada vez maior dentro das possibilidades oferecidas pelo sistema. É possível perceber assim que o processo de Implantação é definitivo para o sucesso da utilização de uma ferramenta de CRM e que garante o alinhamento entre os resultados esperados e as possibilidades dadas pelo sistema, permitindo que todos os envolvidos se beneficiem e evitem o retrabalho e a frustração trazido pela troca de ferramenta. Nesse sentido a participação de todos os membros da equipe de forma comprometida, assim como a figura do gestor e do especialista selecionado pela empresa fornecedora do sistema torna-se chave para o bom andamento do processo. Portanto no momento da contratação de um CRM considere em sua análise empresas que trabalham com uma metodologia de implantação, valorizando esse quesito ao fazer a sua escolha. ... Leia mais

Quanto custa a licença dos principais CRMs?

Hoje, virou padrão sistemas de CRM disponibilizarem os valores de suas licenças (por usuário) em seus websites. A moda foi lançada por sistemas de vendas mais modernos que buscavam atrair novos clientes através de seus baixos preços comparados à ferramentas tradicionais. A viralização da prática faz sentido quando consideramos que, em um cenário no qual players expõem seus preços (em momento prévio ao fornecimento de dados), fornecedores que não exibem estes valores tendem a ser desconsiderados por visitantes de seus websites. A Ploomes então decidiu centralizar estes valores em uma tabela, facilitando assim uma análise comparativa dos principais fornecedores de software de vendas do mercado. Analisando os dados, percebemos que o valor médio da licença de um CRM é de R$130,58 (com um desvio padrão de R$133,38). Curiosamente, a plano mais caro entre os analisados chega a custar 33 vezes o valor do mais barato. Gostaríamos de ressaltar duas importantes observações:
  1. Os CRMs analisados variam radicalmente em termos de posicionamento de mercado e, consequentemente, de públicos-alvo.
  2. Não incentivamos a utilização do critério preço como decisivo em sua análise, já que o potencial de retorno de cada plataforma varia de acordo com as necessidades de cada caso. Você encontrará dicas referentes à escolha do CRM correto para sua empresa neste outro post.
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